O que considerar antes de migrar para a Nuvem!

Você já está pronto para migrar?

Desde o início da pandemia, pudemos ver como as empresas tiveram que se reinventar e inovar para que os seus negócios continuassem funcionando, e sem queda na produtividade. Para muitas essa mudança foi brusca, ainda mais levando em consideração que a migração para a Nuvem estava no roadmap para acontecer somente daqui alguns anos.

É imprescindível garantir a continuidade do negócio, a segurança dos funcionários e proteger os seus dados. A computação em Nuvem é muito útil nessas situações, mas antes de tomar uma decisão, é necessária uma análise aprofundada de sua necessidade.

Migração para a Nuvem é um processo que envolve algumas etapas. Existem pontos que os gestores devem considerar, para que a solução em cloud computing realmente satisfaça as necessidades da empresa. Essa mudança realmente vai oferecer soluções pertinentes para o negócio?

 

Acesso a informações

O primeiro ponto que precisa se ter em mente é: a empresa possui uma infraestrutura de TI que permite o acesso remoto das aplicações por sua equipe?

É fácil notar que o uso da Nuvem é essencial para a acessibilidade dos usuários, principalmente no cenário atual.

Temos mais um ponto em que a Nuvem se faz essencial: flexibilidade e agilidade no compartilhamento de informações. Uma empresa que já fez a sua jornada e tem disponível suas aplicações na Nuvem, garante que a produtividades dos colaboradores em uma situação de home office seja muito maior, uma vez que eles tem todos os recursos disponíveis para o seu trabalho em apenas um click.

Segurança e Continuidade do negócio

Como consequência, temos um aumento no número de acessos a rede interna da empresa, o que pode levar a brechas de segurança, um prato cheio para possíveis ataques e invasões. Existem fortes protocolos de autenticação e políticas de controle para proteção de dados na Nuvem. Uma das mais práticas é o MFA – Multi-Factor Authentication (ou Autenticação Multifator): método no qual o usuário recebe acesso somente após apresentar com sucesso duas ou mais evidências a um mecanismo de autenticação. Um simples passo que bloqueia 99,9% dos ataques automatizados.

Mas não é somente com ataques que devemos nos preocupar. Suponhamos que o datacenter físico de uma empresa queime com os backups são feitos diariamente em fitas. As rotinas de backup estão sendo seguidas? Quanto tempo levaria para que esses backups fossem restaurados? Esse tempo de parada teria um impacto muito grande para o negócio?

Essas inseguranças podem ser minimizadas quando utilizamos uma solução em Nuvem. Dependendo do recurso escolhido, RTO e RPO (Recovery Time Objective e Recovery Point Objective, respectivamente) poderão ser escolhidos pela empresa e a TI conseguirá definir com maior precisão quanto tempo precisará para resolver algum eventual problema.

A Microsoft possui uma solução chamada Azure Site Recovery, permitindo que a empresa tenha um datacenter secundário disponível na nuvem, replicando todas as informações do primário, pronto para ser ativado caso algo aconteça. Conheça mais sobre essa solução e todas suas vantagens aqui.

Otimização de custos

Outro ponto importante é a necessidade de redução de custos. Algumas operações foram forçadas a parar total ou parcialmente as suas operações. Cortes precisaram ser feitos em várias esferas e a TI não está imune a isso. Com a praticidade da Nuvem, é possível ter uma redução com gastos de hardware e manutenções, além da flexibilidade no gerenciamento e otimização de investimentos – redimensionar ou desligar máquinas virtuais subutilizadas, por exemplo.

Você pode ler sobre outras práticas para otimização de investimentos na Nuvem aqui.

Por outro lado, alguns setores tiverem um aumento repentino da demanda. Imaginem o cenário de uma empresa que possui o seu datacenter físico. Com uma busca rápida pela internet, vemos que uma das maiores fabricantes de servidores está com um prazo de aproximadamente trinta dias para que o produto seja entregue.

Esse não é um problema quando falamos em recursos na Nuvem. Maior elasticidade, agilidade e flexibilidade nas operações permitem que a TI aumente sua capacidade quase que instantaneamente. Como a Nuvem é totalmente adaptável, é possível retornar a configuração inicial do ambiente assim que tudo voltar à normalidade.

Se quiser saber mais sobre esses e outros pontos, e o que a sua organização pode fazer agora para realizar uma migração sem grandes impactos para a operação, converse conosco. A SGA se preocupa em entregar a melhor experiência para o cliente, empoderando as organizações a conquistarem mais.