O que são as aplicações em nuvem e como sua operação se beneficia delas?

Segundo a definição do Red Hat, uma aplicação em nuvem é um software que os usuários acessam principalmente pela Internet. Em termos práticos, isso significa que pelo menos parte dessa aplicação é gerenciada via servidor, e não pela máquina do usuário final.  

Mas por que desenvolver aplicações personalizadas na nuvem? Impulsionado pela urgência do Home Office nas empresas, em função da pandemia de Covid-19, os departamentos de tecnologia das empresas se viram na responsabilidade de sustentar ambientes complicações de forma inteiramente remota. As aplicações em nuvem, nesse contexto, proporcionam um ambiente de microserviços gerenciados e colaborativos.  

Mas por que migrar minhas aplicações para nuvem? Ou ainda: porque construir minhas aplicações na nuvem, e não no ambiente local?  

Dentro dos benefícios das aplicações em nuvem, destacam-se alguns: acesso em qualquer lugar, a qualquer momento, aumento da colaboração entre times, maior gestão de acessos, custos flexíveis e visíveis, menores custos com manutenção e atualizações instantâneas.  

Dentro do contexto de novas possibilidades de trabalho e da necessidade de ambientes que consigam servir tanto aos colaboradores que já retornaram ao escritório, quanto àqueles que permanecem em Home Office, as aplicações emergem como uma solução de custo reduzido, alta escalabilidade e eficiência.  

Segundo o portal CIO, mais de 70% das empresas brasileiras gostariam de rodar a maior parte de suas aplicações na nuvem pública. Isto porque a facilidade de gestão dessas aplicações em um ambiente mais elástico, responsivo e flexível é muito maior, quando comparado aos ambientes on-premises.  

Outro ponto importante de atenção com relação a utilização eficiente de aplicações é a modernização. Estudos apontam que 27% apenas das aplicações das empresas estão adequadas a arquitetura da nuvem. A familiaridade com a tecnologia é o que pretende alavancar a modernização das aplicações nos próximos anos.  

Deixo aqui, também, algumas perguntas para te nortear na implementação de uma estratégia bem sucedida de aplicações e modernização: 

  1. Faça um cálculo de viabilidade e ROI: quanto gasto para rodar minhas aplicações no ambiente on-premises?  
  1. Quais aplicações disponíveis são mais vitais ao negócio? E o quão modernas elas estão para solução dos meus desafios operacionais?  
  1. Quais processos que podem ser otimizados através de sistemas de colaboração e aplicações em nuvem? O SLA de resposta das aplicações é compatível com a necessidade operacional? 

E lembre-se: o que você imaginar, pode ser feito. 

E caso tenha dúvidas, entre em contato com nosso time de especialistas!  

Por Amanda Ramalho, Bussiness Intelligence na SGA.

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