Os 5 tipos de ataques cibernéticos mais sofridos por empresas

Imagem mostra homem encapuzado diante de dois monitores em um ambiente escuro.

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Os ataques cibernéticos são tentativas de obter acesso não autorizado a um computador, sistema de computação, dispositivo móvel ou rede de computadores com a intenção de causar danos.

Para entender a dimensão do perigo, apenas em 2020, os ataques cibernéticos em empresas brasileiras chegaram a 8,4 bilhões de tentativas.

Os cibercriminosos têm objetivos diversos, como desativar, interromper, destruir, alterar, bloquear, excluir, manipular ou roubar dados. Essas ações podem ser feitas de qualquer lugar, por qualquer indivíduo ou grupo e usando uma ou várias estratégias.

Muitas vezes referidos como “hackers”, eles podem agir individualmente ou pertencer a um sindicato criminoso, para encontrar vulnerabilidades que podem ser exploradas visando algum tipo de ganho ilegal.

Neste artigo, trouxemos as 5 formas mais comuns de ataques cibernéticos.

Ataques cibernéticos mais comuns

1. DDoS

Há uma variedade de DDoS (“Distributed Denial of Service”, Ataque de Negação de Serviço) que trazem consequências devastadoras para as empresas.

Esse ataque cibernético prejudica as empresas inundando servidores da Web com solicitações que impedem a conexão de seus usuários regulares. Isso significa tempo de inatividade do site, frustração de clientes, danos à reputação da organização, perdas de dados e até mesmo danos financeiros.

2. Ransomware

Com o ransomware, o sistema da vítima é mantido como refém até que ela concorde em pagar um resgate ao invasor. Após o envio do pagamento, o invasor fornece instruções sobre como o alvo pode recuperar o controle do computador. O nome “ransomware” é apropriado, já que deriva do inglês “ransom”, traduzido como “resgate”.

Nesse tipo de ataque, o ransomware é baixado de um site ou de um anexo de e-mail e explora vulnerabilidades que não foram resolvidas pelo fabricante do sistema ou pela equipe de TI.

Além disso, pode enviar arquivos “autorun”, que vão de um sistema para outro por meio da rede interna ou pendrives que se conectam a vários computadores.

3. Phishing

O phishing é mais um dos ataques cibernéticos que envolvem o envio de e-mails que parecem ser de fontes confiáveis. O objetivo é obter suas informações confidenciais ou espalhar o malware.

Parte truque de confiança e parte hacking, o phishing é uma das maneiras mais fáceis (e mais comuns) de violar a segurança de uma empresa. Pense nisso como uma maneira de descobrir sua senha com ações altamente eficazes.

Outro método é realizar uma pesquisa sobre um indivíduo ou um grupo de usuários-alvo. Por exemplo, com um pouco de pesquisa online, um phisher (ou hacker) pode identificar os endereços de e-mail do seu colega e enviar o que parece ser uma mensagem legítima de uma fonte confiável.

Assim, pode instruir e induzir vítimas a baixarem um malware e instalar um programa para coletar informações importantes.

4. Decoy

Um dos ataques cibernéticos que você precisa ter cuidado redobrado é o chamado Decoy.

Neste caso, o hacker cria uma simulação de programa, como um aplicativo bancário, e induz o usuário a fazer o login fornecendo a senha. Assim, é possível armazenar suas informações para usar posteriormente e fazer transferências bancárias ou levar a prejuízos semelhantes.

5. DMA

O ataque de DMA (“Direct Memory Acess”, Acesso Direto à Memória) concede acesso à memória RAM do equipamento sem passar pelo processador. Com isso, acelera o processamento e a taxa de transferência do computador.

Dessa forma, o hacker acessa informações da memória RAM através de algum periférico e sem a necessidade de um software.

Como minimizar os ataques?

Ações como a instalação de antivírus ou configuração de senha forte não são suficientes para proteger dispositivos e deter os ataques cibernéticos. É importante ter em mente que, mesmo seguindo práticas básicas de segurança, ainda existe uma grande chance de ter sistemas invadidos por profissionais que desejam obter dados como vantagem.

Dessa forma, é preciso utilizar recursos que possibilitam reestabelecer a integridade dos sistemas e manter a resiliência do negócio. 

Para os gestores de TI, o Disaster Recovery se mostra uma excelente ferramenta de backup, pois estando no Data Center, é possível manter seu backup em um sistema em nuvem. Isso permite que, em caso de ataque, as informações sejam reestabelecidas em poucas horas. Assim, os sistemas voltam a operação, sem maiores impactos. 

Abaixo, confira como proteger sua empresa com o sistema de migração para nuvem.

Migração para a nuvem

A migração para a nuvem tem um papel fundamental para evitar os ataques cibernéticos, pois os provedores desse tipo de solução mantém práticas de segurança rigorosas e proporciona uma infraestrutura de serviço completa.

Após esse processo, sua empresa contará com especialistas em segurança cibernética e poderá aproveitar o conhecimento e a experiência para melhorar continuamente as medidas de segurança.

A SGA possui certificação Gold em Cloud Platform e pode realizar o planejamento e a migração de nuvem para proteger os dados dos seus clientes. A onipresença de ataques cibernéticos continuará causando dores de cabeça para as empresas.

No entanto, ao lidar com a ameaça um passo de cada vez, adotando uma abordagem proativa e colocando um foco particular na tecnologia, governança e processos, os riscos podem ser bastante mitigados.
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Armindo Sgorlon

Armindo Sgorlon

CEO SGA TI em Nuvem

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